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Avaliação, Diagnóstico e 
Tratamento da
Dor Crônica

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Dr. Paulo Ramacciotti é médico anestesiologista especialista em Dor Crônica Intervencionista

A Medicina Intervencionista da Dor atua no sentido de tratar as dores dos mais diversos tipos, assim como casos que não melhoram com o tratamento medicamentoso, ou casos que apresentam efeitos indesejáveis causados pelos remédios. 

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Tratamentos

Tipos de dores que a Medicina Intervencionista da Dor pode ajudar a tratar:

> Dor lombar;
> Dor cervical;
> Tendinites;
> Bursites;
> Dor neuropática;
> Dor no joelho;

> Dor de cabeça;
> Dor oncológica;
> Osteoartrite;
> Fibromialgia;
> Herpes Zoster;
> Fascite Plantar.

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Procedimentos guiados
por fluoroscopia dinâmica com
contraste e ultrassonografia

Bomba de injeção de fármacos

A bomba de injeção de fármacos é uma opção terapêutica avançada para o tratamento da dor crônica. Ela consiste em um dispositivo implantado sob a pele que libera medicamentos diretamente no local afetado. Essa abordagem permite uma administração mais direcionada e eficaz dos medicamentos, reduzindo a necessidade de altas doses sistêmicas. A bomba de injeção de fármacos é especialmente benéfica para pacientes que não obtiveram alívio adequado com outras formas de tratamento e desejam minimizar os efeitos colaterais sistêmicos dos medicamentos.

Bloqueios diagnósticos

Os bloqueios diagnósticos são procedimentos realizados para determinar a origem da dor crônica. Nesse tratamento, um anestésico local ou um medicamento esteroide é injetado em uma área específica para bloquear temporariamente a transmissão da dor. Ao monitorar a resposta do paciente durante o bloqueio, o médico pode identificar a causa subjacente da dor e desenvolver um plano de tratamento adequado. Os bloqueios diagnósticos são valiosos para diagnosticar a fonte da dor e ajudar a direcionar intervenções terapêuticas subsequentes.

Bloqueios terapêuticos

Os bloqueios terapêuticos são procedimentos realizados para aliviar a dor crônica em áreas específicas do corpo. Durante o bloqueio terapêutico, um anestésico local e, às vezes, um medicamento esteroide são injetados diretamente no local afetado. Essa abordagem visa interromper ou diminuir a transmissão dos sinais de dor, proporcionando alívio aos pacientes. Os bloqueios terapêuticos podem ser usados para tratar uma variedade de condições, como dor nas costas, dor neuropática e dores articulares. O objetivo é reduzir a dor e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Radiofrequência pulsada

A radiofrequência pulsada é um procedimento minimamente invasivo usado para tratar a dor crônica. Nesse tratamento, uma corrente elétrica de alta frequência é aplicada a nervos específicos responsáveis pela transmissão da dor. Essa corrente elétrica interrompe a atividade nervosa, reduzindo a sensação de dor. A radiofrequência pulsada é especialmente eficaz no tratamento de dores articulares, como a dor facetária lombar e cervical. O procedimento oferece alívio prolongado da dor e pode melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes.

Radiofrequência ablativa

A radiofrequência ablativa é um procedimento minimamente invasivo para tratar dor crônica. Um eletrodo é inserido próximo aos nervos responsáveis pela dor, e uma corrente de radiofrequência aquece e destrói seletivamente esses nervos. Isso interrompe a transmissão dos sinais de dor, buscando alívio duradouro. Nem todos os casos são adequados para esse tratamento, sendo necessário avaliar cada paciente individualmente.

Viscossuplementação

A viscosuplementação é uma técnica para tratar osteoartrite, uma forma comum de dor crônica nas articulações. O ácido hialurônico é injetado na articulação afetada, melhorando a lubrificação e amortecimento para reduzir a dor e melhorar a função articular. Os resultados variam entre os indivíduos, e nem todos se beneficiam desse tratamento. Cada caso deve ser avaliado cuidadosamente para determinar a melhor opção de tratamento.

O uso da radiação para captura de imagens em tempo real.

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Fluoroscopia é um exame que utiliza radiação ionizante para obter imagens de uma parte do corpo de forma ininterrupta. Também conhecido como radioscopia, o teste emite os raios X gradualmente, permitindo a observação contínua das imagens.

Visto em sequência, o conjunto de radiografias parece um filme. Esse procedimento permite a avaliação dos movimentos de órgãos e tecidos e confere maior assertividade a incisões com instrumentos cirúrgicos.

Viabiliza, ainda, o estudo do fluxo sanguíneo, por meio da inserção de contraste para verificar o entupimento de artérias, por exemplo.

Os equipamentos são controlados por meio de consoles e geram imagens em preto, branco e tons de cinza. Isso porque, ao atravessar as estruturas anatômicas, parte da radiação é absorvida, enquanto o restante forma um tipo de fotografia interna.


Com a utilização desse recurso, o médico intervencionista é capaz de localizar com precisão o alvo do procedimento (tecido, órgão ou tumor) e, assim, introduzir agulhas e/ou cateteres com acompanhamento simultâneo das imagens – tornando o procedimento seguro e eficiente.

A combinação de tecnologias de fluoroscopia e instrumentos facilitam, cada vez mais, a adoção de procedimentos alternativos de diagnóstico e cirurgias com base nas técnicas mais recentes.

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Dr. Paulo Ramacciotti

Dor Crônica Intervencionista
Anestesiologista

CRM 100763 • RQE 88861-88886

Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - USP;
Residência em Anestesiologia pela Universidade Estadual Paulista - UNESP - Botucatu;
Fellowship em Dor Intervencionista pela Faculdade de Medicina da USP - Ribeirão Preto;
Fellowship no Manhattan Spine & Pain - New York City - United States;
Mestre em Gerontologia pela UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos;
Membro da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor - SBED;
Membro da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor - SOBRAMID;
Membro da Latin American Pain Society - Sociedade Latino Americana de Dor (LAPS).

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